quarta-feira, 9 de julho de 2014

JMJ 2016: a logo oficial

 
   
A logo da XXXI Jornada Mundial da Juventude, programada para Cracóvia, no verão de 2016, foi idealizado por uma jovem polonesa de 28 anos, Monika Rybczynska.
 Na simbologia do logo há os contornos geográficos da Polônia, dentro dos quais se encontra a cruz, símbolo do Cristo, alma da Jornada Mundial da Juventude.
Um círculo amarelo sinaliza a posição de Cracóvia no mapa da Polônia. E da cruz, duas chamas, uma rosa e uma azul celeste, representam os raios da Divina Misericórdia, que se confundem com os braços de um jovem que abraça a cruz. A cabeça do jovem é o círculo que indica também Cracóvia. Juntamente com o logo, foi apresentada, também, a oração oficial da JMJ. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Rezemos pelas vocações!















Rezemos pelas vocações!
Dirigimo-nos confiantes a Vós, ó Senhor!
Filho de Deus, 
enviado pelo Pai para junto 
dos homens de todos os tempos 
e de todas as partes da terra!
Invocamos-vos por meio de Maria, vossa e nossa Mãe:  
fazei com que na Igreja não faltem vocações, 
em particular as de especial 
consagração ao vosso Reino.
 
Jesus, único Salvador do mundo!
Pedimos-vos pelos nossos irmãos 
e pelas nossas irmãs, 
que responderam "sim" ao vosso apelo 
ao sacerdócio, à vida consagrada e à missão.
Fazei com que as suas existências 
se renovem no dia-a-dia, 
tornando-se Evangelho vivo.
 
Senhor misericordioso e santo, 
continuai a enviar novos trabalhadores 
para a messe do vosso Reino!
Ajudai aqueles que Vós chamais 
para o vosso seguimento neste nosso tempo:  
fazei com que, contemplando o vosso rosto, 
eles respondam com alegria à maravilhosa missão, 
que lhes confiais para o bem do vosso Povo 
e de todos os homens.
 
Vós, que sois Deus, viveis e reinais 
com o Pai e o Espírito Santo, 
nos séculos dos séculos.  Amém!                        

 (João Paulo II)

sábado, 5 de julho de 2014

Livro sobre encontros vocacionais

Saiba +
A partir do Concílio Vaticano II (1962-65), nossas comunidades eclesiais tornaram-se verdadeiros celeiros vocacionais, pois se tomou consciência da importância de todas as vocações e ministérios na vida da Igreja. Se desde cedo as vocações forem incentivadas, muitos serão os que dirão "sim" ao chamado de Deus, tanto para a vida presbiteral, quanto religiosa e ministerial. Todo discípulo missionário é um animador vocacional, um promotor das vocações. Esse livro, preparado a partir de reflexões ministradas para seminaristas da diocese de Joinville-SC, pretende ser um pequeno subsídio para encontros com jovens, catequizandos, coroinhas e acólitos, ajudando-os em seu despertar vocacional. (Adquira o livro)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O meu encontro com Mestra Tecla

A nossa vida é marcada por inumeráveis encontros: encontros fugazes, que alegram a existência, encontros que criam amizade e comunhão; e encontros importantes que orientam o nosso caminho e se fixam fortemente na mente e no coração.
Assim foi o meu primeiro encontro com a Primeira Mestra: deixou um sinal profundo em minha jovem vida. Estava em Alba, onde entrei com apenas 10 anos de idade, pouco antes do início da guerra. De forma rápida, o grande conflito impediu as comunicações e não me lembro de ter havido outros encontros com ela antes do fim da guerra.
Haviam-me falado da Primeira Mestra, certamente, mas não me lembro de tê-la visto antes.
A guerra que havia destruído as nossas cidades, causado muitos lutos e devastado as estradas. Havia terminado fazia pouco tempo, quando, um dia, um longo tocar de sino, convocou-nos para ir ao pátio. A Primeira Mestra tinha chegado de Roma, depois de uma viagem cheia de peripécias. Havia um grande vozerio, um corre-corre para o portão e, depois, uma explosão de alegria.
A Primeira Mestra descia do carro todo empoeirado e voltava seu rosto para os lados, como se quisesse abraçar todas ao mesmo tempo com um só olhar. Conservo no coração aquela imagem, seus olhos profundos, o rosto sorridente e as suas primeiras palavras: "Estão todas bem?".
Eu não era mais que uma menina, mas percebi o seu olhar sobre mim e, subitamente, senti o fascínio humano e espiritual. Jamais me esqueci daquele encontro.
Alguns anos depois fui a Roma, para o noviciado e para estudar.
Tive oportunidade de encontrá-la, sobretudo de vê-la quando, aos domingos, nos reuníamos no “estudo grande” e ela nos fazia dom de sua palavra que orientava a nossa vida, encorajava e também admoestava, quando era necessário, mas sempre com aquele olhar profundo e o rosto sorridente.
Transmitia-nos o pensamento do Primeiro Mestre, nos estimulava a viver e a doar intensamente as nossas jovens vidas, a cultivar a oração, a união com Deus, a sentir fervor pelas almas. Informava sobre suas primeiras viagens ao exterior para visitar as novas fundações e nos comunicava as dificuldades e a coragem das irmãs nos países distantes.
Falo ainda sobre sua visita ao meu local de trabalho, poucos dias depois de ter assumido a direção das Revistas catequéticas.
Tinha pouco mais de 30 anos e pouca experiência, mesmo se havia começado imediatamente depois dos estudos na redação e na animação catequética. Ela chegou inesperadamente, com seu passo rápido e me perguntou como estava o nosso trabalho, informou-se sobre a publicidade da nova revista Via Verità e Vita per la Famiglia, que devíamos enviar às casas filiais, e deu-nos algumas sugestões para facilitar-lhe a acolhida.
As recordações se multiplicam, mas não posso alongar-me e narrá-las todas. Porém, tenho dela uma visão que sempre me aflora à mente e é aquela de sua atitude no santuário, onde permanecia longo tempo em oração, no último banco à esquerda, sob a grande cúpula. Ficava visivelmente em contemplação diante de Deus.
Lembrando-a nasce no meu coração um profundo agradecimento ao Senhor por tê-la doado a nós, por eu tê-la encontrado, conhecido sempre melhor e por ela ter-me transmitido um grande desejo de viver em plenitude a vocação paulina.
(M. Agnes Quaglini, fsp)