segunda-feira, 25 de abril de 2016

Antonio Cardoso - Eu sou a porta (Clipe Oficial)

Uma música bonita, para iniciarmos a semana em comunhão com o nosso Mestre, Jesus!
Ele é o nosso abrigo seguro! Confiemos Nele!


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Irmãs Paulinas e jovens em formação participam da Romaria Nacional da Juventude em Aparecida

As Irmãs Paulinas que residem em São Paulo, Adilse Xavier, Janete Leal, Daiane Aparecida, Osnilda Lima, Maria José Aguiar, Solange da Silva e Vanderlane Araújo, juntamente com as jovens em formação: Noviças, Postulantes, Pré-postulantes e Aspirantes, participaram nos dia 09 e 10 de Abril da primeira Romaria Nacional da Juventude que aconteceu na cidade de Aparecida – SP. A Romaria Nacional da Juventude foi uma iniciativa da CNBB em parceria com a coordenação do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
Foi um final de semana com uma programação intensa, onde houve momentos de Catequeses nas tendas montadas no território do Santuário, com temas variados e dadas pelos Bispos; show com cantores católicos; tendo como ponto alto da Romaria a Vigília Nacional da Juventude junto com os Bispos de todo o país que estavam reunidos para a Assembleia Nacional do Episcopado. Um momento de louvarmos a Deus pelo dom de sermos Igreja!
Este também foi um momento rico para o contato vocacional com as jovens através da distribuição de subsídios vocacionais e a abordagem feita por cada uma com serenidade. O momento foi propício para o testemunho alegre de nossa juventude consagrada ao Senhor. É possível sim ser jovem, ser consagrada e ser muito feliz! 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Memória do nascimento do Bem-aventurado Pe. Tiago Alberione, Fundador da Família Paulina

Padre Tiago Alberione nasceu em 04 de Abril de 1884 e soube viver no seu tempo vislumbrando o futuro, com o olhar de Deus. Desde muito cedo sentiu que a sua vocação era ser sacerdote e para esta vocação orientou todas as suas energias.

Aos 16 anos de idade, Tiago Alberione decidiu “preparar-se para fazer alguma coisa por Deus e pelos homens do século XX”. Sentiu a necessidade de uma renovação pastoral, de colocar a serviço do Evangelho os meios que o progresso humano oferece, de formar novos apóstolos, em sintonia com o progresso das ciências e com as novas invenções tecnológicas.

O Evangelho não muda, mas mudam as linguagens, os meios e o modo de comunicá-lo. Jesus é “o comunicador perfeito”, porque falava plenamente inserido no contexto do seu tempo. A exemplo do Mestre Jesus e estimulado por São Paulo, o Padre Tiago Alberione procurou o modo e os meios mais adequados para comunicar a todos a Boa-Nova de Jesus Cristo Caminho, Verdade e Vida. Neste sentido, ele se antecipou a sua época e as decisões que viriam depois com o Concílio Vaticano II em relação ao uso dos meios de comunicação para a evangelização.

Fisicamente, era um homem de saúde frágil. Evitava colocar-se em evidência. Mas, desenvolveu ao máximo o sentido da laboriosidade herdada de sua família, e a coragem excepcional para fundação dos dez institutos que constituem a Família Paulina. Foi líder eficaz, excelente realizador e trabalhador incansável.
A preocupação apostólica, a atividade intensa, a visão universal de Tiago Alberione situam-se no horizonte de sua experiência de fé e da confiança inabalável em Deus Trindade, que conduz a história. A intensa vida de oração, alimentada pela palavra de Deus e pela Eucaristia, era a fonte cristalina de onde brotava sua visão profética da realidade e da história. Sua preocupação apostólica vai muito além do tempo e do lugar onde sua atividade acontecia.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

domingo, 27 de março de 2016

Refletindo a Palavra!

Páscoa do Senhor - Ano C
At 10,34a.37-43 ─ Deus o ressuscitou.
Sl 118(117) ─ Exultemos e alegremo-nos nele.
Cl 3,1-4  ─ Buscai as coisas do alto.
Jo 20,1-9 ─ O outro discípulo entrou no túmulo, viu e creu.
"Eles ainda não tinham compreendido a Escritura segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos" (Jo 20,9)

Reflexão: Cônego Celso Pedro da Silva
Arte: Sergio Riccuto Conte

Durante sete semanas celebraremos a Páscoa do Senhor, três semanas para vermos o Ressuscitado, uma semana para reconhecê-lo como nosso Bom Pastor e três semanas de recomendações finais de amor e unidade antes da sua ascensão ao céu e do envio do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
O Discípulo viu o túmulo vazio e acreditou. Este é o dia que o Senhor fez para nós, o dia Um da criação, o oitavo depois de completada a criação. Exultemos e alegremo-nos porque a vida tem sentido. Era o primeiro dia da semana. Neste dia, Deus viu a criação toda completa e vislumbrou a ressurreição. Passado o Sábado, ainda escuro, bem de madrugada, Maria Madalena foi ao sepulcro dando provas de que quem mais ama mais madruga, para descobrir que, mais do que ela, amava o Senhor, que já tinha madrugado. Viu que o túmulo estava aberto e que o corpo de Jesus não estava lá. Foi logo avisar Pedro e o Discípulo amado, que correram até o túmulo.
No plural, Maria Madalena se comunicou dizendo: “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram”. Não sabemos, porque é certo que naquele dia madrugaram todas as Marias, sendo a Madalena a que mais madrugou. Correm Pedro e o Discípulo ao túmulo. Chega primeiro o Discípulo, mais novo e mais rápido, mas não entra por respeito ao mais velho.
Pedro chega, entra e olha o que há lá dentro. Só então entra o Discípulo, e ele vê e crê. Diga-nos, Discípulo, o que foi que você viu? O que viu para acreditar e acreditou em quê? Viu o túmulo vazio e acreditou. Se o corpo não estava lá, ele ressuscitou como tinha dito! O Discípulo viu, porque ver é o verbo do Ressuscitado. Há outros verbos na língua grega com o sentido de ver. Maria viu a pedra fora de lugar, e o Discípulo viu as faixas de linho. Pedro viu as faixas e o sudário dobrado à parte. Quando, porém, se trata do Ressuscitado, os escritores usam sempre o mesmo verbo, no ativo e no passivo, “ver e ser visto”.
Procuremos viver o Tempo da Páscoa iluminados pela luz do Ressuscitado. Que nessa luz possamos ver a vida brotando por toda parte e vencendo as forças da morte.

Leituras e Salmos (28 de março a 2 de abril)
2ªf.: At 2,14.22-32; Sl 15 (16); Mt 28,8-15.
3ªf.: At 2,36-41; Sl 32(33); Jo 20,11-18.
4ªf.: At 3,1-10; Sl 104 (105); Lc 24,13-35.
5ªf.: At 3,11-26; Sl 8; Lc 24,35-48.
6ªf.: At 4,1-12; Sl 117 (118); Jo 21,1-14.
Sáb.: At  4,13-21; Sl 117(118); Mc 16,9-15