quarta-feira, 11 de março de 2015

Alberione, o homem que viu o futuro...



As Irmãs Paulinas completam, neste ano de 2015, 100 anos de existência. Por isso, vamos postar aqui no blog um pouco mais sobre a história dos fundadores, para que eles se tornem mais conhecidos e suas vidas continuem a ser modelos de seguimento a Jesus Mestre.  
Ninguém vive ontem ou amanhã, mas hoje, aqui e agora; numa época histórica e num ambiente geográfico que tem características próprias, problemas e exigências para atender. Mas, algumas pessoas são especiais, como Tiago Alberione (1884-1971), sabem viver no seu tempo vislumbrando o futuro, com o olhar de Deus.

Aos 16 anos de idade, Tiago Alberione decidiu “preparar-se para fazer alguma coisa por Deus e pelos homens do século XX”. Sentiu a necessidade de uma renovação pastoral, de colocar a serviço do Evangelho os meios que o progresso humano oferece, de formar novos apóstolos, em sintonia com o progresso das ciências e com as novas invenções tecnológicas.

O Evangelho não muda, mas mudam as linguagens, os meios e o modo de comunicá-lo. Jesus é “o comunicador perfeito”, porque falava plenamente inserido no contexto do seu tempo. A exemplo do Mestre e estimulado por São Paulo, o Padre Tiago Alberione procurou o modo e os meios mais adequados para comunicar a todos a Boa-Nova de Jesus Cristo Caminho, Verdade e Vida. Neste sentido, ele se antecipou a sua época e as decisões que viriam depois com o Concílio Vaticano II em relação ao uso dos meios de comunicação para a evangelização.

Fisicamente, era um homem de saúde frágil. Evitava colocar-se em evidência. Mas, desenvolveu ao máximo o sentido da laboriosidade herdada de sua família, e a coragem excepcional para fundação dos dez institutos que constituem a Família Paulina. Foi líder eficaz, excelente realizador e trabalhador incansável.

A preocupação apostólica, a atividade intensa, a visão universal de Tiago Alberione situam-se no horizonte de sua experiência de fé e da confiança inabalável em Deus Trindade, que conduz a história. A intensa vida de oração, alimentada pela palavra de Deus e pela Eucaristia, era a fonte cristalina de onde brotava sua visão profética da realidade e da história. Sua preocupação apostólica vai muito além do tempo e do lugar onde sua atividade acontecia.

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