terça-feira, 19 de setembro de 2017

"A paz esteja convosco!"


terça-feira, 12 de setembro de 2017

#SeguirJesus - Aspirante Gleyssica

sábado, 9 de setembro de 2017

#MêsdaBíblia 2º Encontro: Edificar-se no trabalho

2º Encontro: Edificar-se no trabalho
Em relação ao amor fraterno, percebe-se a importância que Paulo dá às relações humanas. E o que motiva Paulo para o trabalho era a caridade, ou seja, o amor, recomendado que exerce na liberdade, alegria, paz e justiça social. Lembrando-nos do que fala Gn 2, 15: “tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivo e o guardar”. Podemos dizer que o trabalho é o reflexo da ação de Deus.
            Chegando a Tessalônica, Paulo além de dar o exemplo como trabalhador, faz grande elogio ao trabalho executado ali: “Tendes como questão de honra viver em tranquilidade, cuidando de vossos próprios negócios e trabalhando com vossas próprias mãos, do modo como vos instruímos” (4,11). Paulo aqui puxa a conversa para o terreno bem conhecido por ele, pois exercia a função de construtor de tendas e também enfatiza a dignidade do trabalho manual, pouco valorizado na época.
            Por outro lado, concede o trabalho como um dever de justiça, porque ninguém deve ser peso para os outros. Ele não nega e outra face do trabalho, pois este também traz fadiga: “e nos afadigamos trabalhando com as próprias mãos. Insultados, bendizemos; perseguidos, resistimos com paciência”. (1Cor 4, 12).
            Por fim, podemos ainda sublinhar que Paulo, como evangelizador e missionário, realizava a sua missão em equipe. São grupos de mulheres e homens que colaboram com Paulo na expansão do Evangelho, organizando as comunidades a partir do contexto social em que vivem.
           
Texto extraído do livro do SAB (Serviço de Animação Bíblica) do mês da Bíblia 2017. Belo Horizonte: Paulinas, 2017, pp. 25-27.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

4º Congresso Missionário Nacional - 07 a 10 de Setembro, em Recife - PE

Este é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) para a Campanha Missionária de 2017. É o mesmo o tema do 4º Congresso Missionário Nacional, que acontecerá nos dias 7 a 10 de setembro em Recife (PE).
Tudo está em sintonia como os ensinamentos do papa Francisco quando afirma: “A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontraram com Jesus” (EG 1). Essa alegria precisa ser anunciada pela Igreja que caminha unida, em todos os tempos e lugares, e em perspectiva ad gentes. Por isso o lema: “Juntos na missão permanente”.
A Campanha Missionária acontece todos os anos no mês de outubro quando se realiza, no penúltimo final de semana, a Coleta do Dia Mundial das Missões (este ano dias 21 e 22).
Cartaz CM 2017
O cartaz destaca a alegria do Evangelho e a Igreja que caminha unida. A arte mostra a Igreja, Povo de Deus, formada por diferentes sujeitos da missão (leigos e leigas, consagrados e consagradas, diáconos, padres, bispos e o papa), representantes de todas as idades e diversas etnias. Todos caminham juntos, depois de terem sido encontrados por Jesus Cristo, e como Igreja em saída, ad gentes, enviada a testemunhar a alegria do Evangelho em todo o mundo. O povo traz a Palavra de Deus, fonte da missão. Carrega também, a Cruz das missões jesuíticas, que marcou a Bolívia e toda a América Latina, no processo de evangelização. Este é o principal símbolo do 5º Congresso Missionário Americano (CAM 5) a ser realizado na Bolívia em 2018. As cores missionárias recordam a dimensão universal da missão. A arte é uma criação do Ateliê15.

Fonte: site das Pontifícias Obras Missionárias, disponível em: http://www.pom.org.br/direcao-das-pom-divulga-tema-e-cartaz-da-campanha-missionaria-2017/

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

#MêsdaBíblia 1º Encontro: SER CRISTÃO

Neste primeiro encontro, a reflexão é sobre a identidade cristã, que é revelada a partir da fé, da esperança e do amor, virtudes que sustentam a vida pessoal e da comunidade (1Ts 1,2-10).

1º Encontro: SER CRISTÃO
A palavra gratidão, no início da carta (cf. 1,2), é dirigida a Deus Pai, propiciador de todos os bens e do qual nos provém toda a graça e salvação. Esse agradecimento é também uma recordação de que o próprio Senhor age na história de seu povo. Não se trata de um agradecimento da memória de um passado distante, mas de uma memória viva e eficaz no presente da história do povo que caminha. 
Este agir de Deus na história do seu povo é percebido por Paulo na própria gratuidade com que Ele nos doa seus dons. De uma singularidade ímpar, Paulo resume toda a experiência e agir do cristão na tríade: fé, amor e esperança.
A fé dos tessalonicenses é radicalmente alicerçada em Deus Pai por meio de Jesus Cristo, seu único Filho e redentor nosso. Essa fé os leva a assumir um compromisso, ou seja, acreditar no Evangelho. É importante salientar que, nessa ocasião, ainda não existem os quatro evangelhos que temos hoje: Mateus, Marcos, Lucas e João. Quando Paulo se refere ao Evangelho, é no sentido literal da palavra, isto é, Boa Notícia do Cristo Jesus, o querigma, o anúncio de tudo o que Deus fez em Jesus de Nazaré.
O anúncio da fé em Deus Pai por meio de Cristo é plenamente realizado na experiência do amor. Um amor que nos move a sair de nós mesmos para ir ao encontro do outro (cf. 1Cor 13), deixando nossas vaidades e orgulho, e ajudar o irmão a carregar seu fardo (cf. GL 6, 2-3).
Paulo compreende que a fé e o amor produzem no cristão uma virtude essencial para a vivência comunitária: a esperança. Longe de ter o olhar voltado para o futuro ou se acomodar ao presente, a esperança produz a solidez e a determinação da luta diária, do agora. Essa esperança paulina é, sem dúvida, acreditar na ressurreição, na consolidação do senhorio de Cristo e na parusia (cf. 1Ts 4, 13-17).
A comunidade é gerada na fé, na esperança e na caridade, pois, conforme Paulo ressalta, tudo o que a comunidade tem é dom de Deus e provém do seu amor (1,4). Com o coração agradecido, Paulo renderá graças a Deus Pai pela eleição da comunidade de Tessalônica. A gratuidade de Deus e sua infinita bondade elegeram e predestinaram aquela comunidade a ser filha no Filho, é, se perseveram, é por sua graça. Assim foi Tessalônica, assim Deus quer que seja com cada um de nós e com nossas comunidades.
Somente com o conforto do Espírito Santo é que conseguimos seguir e imitar Cristo. Uma imitação que nos pode ser compreendida como uma simples repetição, mas que é antes de tudo o seguir Cristo dentro da própria vocação e possibilidade. Essa experiência comunitária não ficou restrita somente àquele lugar, mas, ao contrário, expandiu-se, “porque, partindo de vós, a Palavra do Senhor não só ressoou na Macedônia e na Acaia, mas a todo lugar vossa fé diante de Deus tem chegado, de modo que já não há mais necessidade de que falemos disso” (1,8).
A perícope é concluída com duas expressões-chave: “Deus vivo e verdadeiro” (1,9) e “para aguardar dos céus a seu Filho” (1,10). Paulo chama à conversão, voltando-se para Deus, fixando seu horizonte unicamente ao Deus vivo e verdadeiro, o Deus de Jesus Cristo, e abandonando os ídolos. Também em 1Ts 1, 10 encontramos o verbo “livrar”. Esse verbo está no presente, ou seja, nos leva a compreender que a libertação não é um acontecimento futuro, mas presente de nossa história, na qual o Senhor nos consola com sua justiça e misericórdia diante das incontáveis injustiças que afligem nossa vida.


Texto extraído do livro do SAB (Serviço de Animação Bíblica) do mês da Bíblia 2017. Belo Horizonte: Paulinas, 2017, pp. 16-18. 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

#MêsdaBíblia “Anunciar o Evangelho e doar a própria vida”

     
Vivendo a nossa vocação a exemplo de São Paulo Apóstolo
 A Igreja do Brasil celebra, durante setembro, o mês da Bíblia, no qual a Igreja se dedica intensamente à Palavra de Deus, propondo reflexões e criando momentos celebrativos. Celebrar e meditar a Palavra é exercício contínuo, feito todos os dias; porém, é reservado um mês para intensificar a nossa vivência e, assim, darmos o devido valor que ela tem na prática cristã. A Palavra é um encontro e um diálogo com Deus, que requer de nós adesão e abertura para deixar envolver-se por ela.
No mês de setembro, a Igreja do Brasil propõe uma temática bíblica para nos ajudar a aprofundar a nossa fé.  Por isso, neste ano o estudo é feito a partir da primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses. O texto-base dessa reflexão é inspirado no tema: “Para que n´Ele nossos povos tenham vida”. O lema: “Anunciar o Evangelho e doar a própria vida” (1 Ts 2, 8) nos reporta e nos convida a mergulhar no pensamento de São Paulo, que foi um apóstolo fiel ao projeto de Jesus Cristo, entregando a sua vida pelo evangelho no anúncio e na partilha da vida com os seus. A exemplo dele, também queremos rezar a nossa vida e vocação para melhor corresponder ao chamado que Deus nos faz todos os dias: doar a própria vida ao Evangelho e as pessoas.
Para nos ajudar nesta vivência, teremos como base o subsídio do mês da Bíblia, que contém quatro encontros à luz da I carta aos Tessalonicenses. Mas quem é o autor dessa carta? O autor foi São Paulo, um judeu que conhecia e defendia a Torá e suas leis. Foi um perseguidor dos cristãos e, para impedi-los de continuar a missão de Jesus, foi para Damasco e no caminho teve uma profunda experiência de fé e de encontro com Jesus. A partir daí, tornou-se um grande evangelizador e fundou várias comunidades nas quais acompanhava com visitas ou por cartas. Viveu a sua vocação de cristão com fidelidade ao evangelho de Jesus, doando sua vida na alegria, na dor e na perseguição, sendo apóstolo até às últimas consequências.
Escreveu a Primeira Carta aos Tessalonicenses “entre os anos 50 e 51 E.C na cidade de Corinto, nessa época, a comunidade ainda não estava organizada e necessitava de incentivo para não desanimar diante das provações” (Mês da Bíblia-SAB, 2017, p. 6). A comunidade estava sendo perseguida por cidadãos adversários pelos discursos filosóficos e falsas pregações apocalípticas, que dificultavam a evangelização de Paulo. Ele nem sempre podia estar presente na comunidade devido às suas viagens, mas os acompanhava com carinho, exortando e orientando os cristãos.
 Em cada encontro serão apresentados aspectos importantes trabalhados por Paulo com os tessalonicenses. 
            

Texto extraído do livro do SAB (Serviço de Animação Bíblica) do mês da Bíblia 2017. Belo Horizonte: Paulinas, 2017, pp. 25-27. 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Encontro Vocacional da Arquidiocese de Manaus - AM

No mês em que celebramos a Palavra de Deus, dedicamos o primeiro sábado, dia 02 de setembro, para nossos jovens da Arquidiocese de Manaus que desejam percorrer este caminho de discernimento vocacional.
Ir. Sabrina e os jovens
            Assim como em todo sábado de cada mês, setembro não foi diferente. Com a Celebração Eucarística pela parte da manhã, iniciamos nossas atividades do nosso Encontro Vocacional com o tema “Trilha Vocacional: a mística do caminho”.

            Realizamos em grupos a Leitura Orante contando com o subsídio da CNBB para o mês vocacional, onde cada jovem pode fazer um encontro pessoal com a Palavra de Deus, e após isso, no grande grupo partilhar suas experiências pessoais a fim de nos enriquecermos mutuamente.

            Após o almoço iniciamos a Maratona Bíblica, momento de convivência, de descontração e muita alegria, com provas bíblicas, jogo da mímica, teatros bíblicos, quis bíblico fechando com a premiação das equipes ganhadoras.

            Como todos os nossos jovens são ganhadores da Palavra de Deus, ao concluirmos nossa Maratona Bíblica, o Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Arquidiocese de Manaus ofereceu para cada um como presente do Mês da Bíblia o Evangelho de Bolso (Editora Paulinas), assumindo o compromisso de ler todos os dias um trecho do Evangelho ou o Evangelho do dia, vivenciado assim o método da Leitura Orante cotidianamente.


            Rezemos por nossos jovens vocacionados a fim de que possam, na docilidade à Palavra de Deus, perscrutarem os sinais dos tempos e responderem ao chamado de Deus prontamente à vocação que Ele confia à cada um.  

Confira o vídeo Amigos da Palavra dos jovens vocacionados

Ir. Sabrina Mosena, fsp

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Vocação é serviço, é doação, é partilha...

 
Ir. Adilse e postulantes paulinas
No mês dedicado as vocações a comunidade Rainha dos apóstolos marcou presença na Paróquia Santos Apóstolos (Itaquaquecetuba-SP), no período de 6 à 13 de Agosto. A equipe realizou visita às comunidades, famílias, enfermos e animou encontros com agentes de pastorais e movimentos. O objetivo da missão foi reanimar os membros das comunidades a comungarem do mesmo espírito e permanecerem imbuídos pelo modelo de todas as vocações, "Maria", Rainha dos Apóstolos. Dessa forma, incentivar as pessoas a estarem sempre atentos às necessidades como Maria estava nas bodas de Caná, disponíveis a servir com alegria, como ela fez quando foi ao encontro de Isabel e viver a fidelidade até no sofrimento, assim como Maria foi até a cruz.
Visita as famílias

Com o coração repleto de alegria agradecemos a Jesus pelas grandes maravilhas realizadas e pelas vocações especiais suscitadas em cada comunidade.
Vocação é doação! É como nosso rosto que cuidamos, enfeitamos, mas nós mesmas não podemos contemplar, já o outro sim pode admirar e perceber os pequenos detalhes.
           
Encontro com os jovens

Momento com as crianças
        Vocação é serviço e partilha! Assim como Maria dirigiu-se apressadamente ao encontro de Isabel a fim de ajudá-la, e juntas proclamaram as maravilhas que o Senhor tinha feito em suas vidas.
             Vocação é o encontro com Deus por meio das pessoas!
E para você o que é vocação?
Vida, Oração, Caridade, Alegria, Comunhão, Amor, Oblação...

Helen Sara, postulante paulina