quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Fazer o bem": A aspiração de toda a vida

Site Paoline
A ideia força que nos deve animar são as pessoas (as almas). Devemos senti-las como uma obsessão, devemos preocupar-nos no modo de aproximá-las, de levar-lhes a palavra da verdade e da salvação. Quantas pessoas (almas) nunca ouvem falar de Deus... Quem as deve conduzir para Deus, se não nós, que recebemos tantas graças do Senhor e temos nas mãos meios eficacíssimos de apostolado? (VPC 140)

As palavras do Regulamento de 1916 entraram profundamente no coração da Mestra Tecla: "O Senhor vos reuniu para que vos façais boas e possais fazer o bem".
Fazer o bem era sua grande aspiração, da qual brotava a audácia e a coragem que a levava a acolher cada meio de comunicação social: o cinema, os curta metragens catequéticos, os discos, as revistas.


Tinha compreendido claramente, desde o primeiro encontro com o Teólogo Alberione,
e desde o primeiríssimo aprendizado de apostolado, em Susa, a influência que a imprensa exerce na mentalidade das pessoas. Era sustentada por uma ideia-força e, literalmente, “presa” pela beleza, necessidade, atualidade do apostolado. Dizia: "O apostolado que o Senhor confiou à nossa pequena congregação é tão bonito e tão imenso", "é um empenho sagrado".
"Os meios para o apostolado – ela mesma afirmava muitas vezes – sejam os mais modernos". Nas iniciativas de apostolado, era orientadora e resoluta. Nas dificuldades de caráter econômico, diante da perplexidades das irmãs, a Primeira Mestra assim intervinha:


Quando se faz o bem, que seja feito. Ademais, não nos preocupemos. Tenhamos fé e a Providência nos ajudará. Procuremos, em primeiro lugar, o bem das pessoas no apostolado, não o interesse. Intuía a grande importância da cinematografia posta a serviço do bem. Ir. Assunta Bassi lembra:
Gostaria de descrever a luminosidade de seus olhos, a atenção e tensão, toda feminina e materna, com que seguia silenciosamente a produção do grande filme Abuna Messias (Alba 1937-1938). É notório a todas o encorajamento e a colaboração que ela deu à produção dos 50 curta metragens catequéticos (Roma 1953).


As propostas audaciosas e arriscadas eram do Pe. Alberione, mas constituíam para ela a expressão da vontade de Deus. Falando do rádio, dizia sorrindo:
Com o rádio tinha-se aquilo que Deus disse na Sagrada Escritura pela boca do profeta:
"A minha palavra será ouvida em todo o universo".
E fez-se uso do rádio com aquela decisão que lhe era habitual, para que, através dele, o anúncio do Evangelho pudesse alcançar a mais ampla esfera possível.

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