quinta-feira, 11 de novembro de 2010



IRMÃ AMÁLIA ZANATA






Em março de 1994 o Senhor visitava a província das Irmãs Paulinas no Brasil, chamando para si, Ir. Amália Zanata, que depois de oito meses de calvário, sofrendo as dores de uma doença incurável, partia para a Casa do Pai.

Irmã Amália nascida a 07 de junho de 1941 em Jacinto Machado – SC, entrou na congregação com apenas 13 anos, no ano de 1955, e fez a profissão religiosa em 30 de junho de 1962. Sua característica marcante foi a alegria, consequência de sua grande generosidade, de seu espírito serviçal e dedicado à causa do Reino, a que ela consagrou toda a vida.




Veja o que algumas irmãs, que conviveram com ela, disseram a seu respeito:

“Vivi com ela em Maringá-PR e estivemos juntas nas viagens missionárias e na livraria. Sempre a senti amiga, irmã. Seu exemplo de simplicidade, de alegria, de entusiasmo pela missão, bem com sua vida de oração e sua criatividade eram contagiantes. Não me lembro de nada que me tenha feito sofrer a mim ou as demais co-irmãs. Nunca a vi reclamar de pessoas nem ouvi de sua boca comentários negativos. Sempre tinha uma palavra de desculpa e de perdão.”
(Ir. Angela Moretti)

Ir. Amália, em seus escritos, relata uma experiência de Deus que fez durante um retiro: 

“Não fiquei apavorada (com o pensamento da morte). Vi as pessoas ao meu redor, muitas chorando, outras não. Senti-me entregue: realmente, já não é mais o humano que age. O que foi, foi; fica apenas aquilo que se faz... Senti fortemente que as coisas deste mundo passam; o que fica é somente Deus... Senti fortemente o valor da vida vivida para Deus. O que fica é o bem. Analisei em qual direção eu estava orientando a minha vida. Percebi que, no fundo, eu estava orientada para Deus, apesar de meus limites. Senti alegria por todo esforço que fiz para ser fiel ao dom da Graça...”.

Entre muitas palavras de gratidão e saudade, expressas pelas irmãs que conviveram com Ir. Amália, as palavras da Ir. Celina Helena Weschenfelder, confirmam o que ela pensava sobre a vida:

“(...) Amália. Partiste, mas permanece conosco tudo o que foste e o muito que nossas palavras não conseguem expressar. Eu te vejo assim, Amália, e agora, ainda mais linda, porque estás na plenitude do Pai”.


"Morre-se como se vive... Acostumemo-nos durante a vida a fazer a vontade de Deus, porque as virtudes não se improvisam, mas se adquirem aos poucos, até chegarmos ao maior ato de virtude, que será o mais perfeito ato de amor a Deus: "Seja feita a vossa vontade", na aceitação da morte"

(Pe. Tiago Alberione)






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