segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Você vai acompanhar, aqui no blog, a história de algumas irmãs Paulinas que já estão na eternidade. Porém, elas deixaram entre nós, na simplicidade, um testemunho de SANTIDADE!
Passaram suas vidas fazendo o bem, no seguimento de Jesus Mestre Caminho, Verdade e Vida!





IRMÃ JACINTA GOMES

Sua vida durou apenas 36 anos. Tempo suficiente para deixar um testemunho de santidade junto às irmãs com quem viveu. Pouco a pouco, e sempre mais profundamente, sua existência foi uma oferta a Deus, até a última parcela de si mesma, como dizia: “Por Ele, com Ele e n’Ele”.


Ir. Jacinta nasceu em Piracicaba no longínquo 1º de novembro de 1930, com apenas 13 anos deixou sua casa parterna para entregar-se ao Senhor na Congregação das Irmãs Paulinas. Com 19 anos professou os votos religiosos. Um SIM fiel até o último instante!

Vitalidade, espírito apostólico, alegria e coragem foram marcas que Ir. Jacinta deixou. Em seus poucos anos de vida foi tipógrafa assistente, professora e educadora, coordenadora de comunidade, livrarista e, segundo recorda Ir. Maria Antonieta Bruscato (Superiora Geral das Irmãs Paulinas): “em tudo e sempre mostrou-se responsável, sorridente, franca, generosa, capaz de acolher, compreender, ajudar e ensinar”.

O chamado definitivo de Deus tomou voz numa doença incurável, manisfestada em 1965. Ela, relutou muito e não queria acreditar, afirmava “Isto não é para mim”. Mas uma alma dócil a Deus compreende. Depois de mais de 6 meses, no natal de 1966, diante do presépio, na contemplação de Cristo encarnado brota de Ir. Jacinta a resposta, a entrega: “É para mim. Trinta e seis anos. Ir-me”.

Sua doença progrediu rápido, resistindo a qualquer tratamento. Ir. Jacinta ainda foi para Itália, o que foi a realização de um sonho e também uma tentativa de cura onde havia recursos mais modernos de saúde. Mas ela sabia, e deixou escrito: “Sempre desejei muito conhecer a nossa Casa-Mãe, o Papa, o centro da cristandade. Sei que esta viagem vem ao encontro de todos esses meus desejos... Todavia, sei que vou, mas não sei se voltarei”.

Tornou-se realidade, a 19 de dezembro de 1966, a oferta por muitas vezes repetida por ela: “pequena vítima sobre o altar”. Assim, ela ofereceu a vida pelo apostolado do Rádio, que nascia em meio a muitas cruzes, na missão Paulina do Brasil.


"Como escolhidos de Deus, santos e amados, vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, himildade, mansidão, paciência"
(Col 3, 12)












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